Nada más, nada más, 

la vida no necesita más, 

aprendiendo a desandar para avanzar.

Llegará, que más da, llegará, 

un día todo esto va a estallar, 

hay que dar un paso atrás.

La vida no necesita más. 

 

Así sobrevive el hombre 

que se ríe cuando el mundo llora 

y a veces se arrepiente a última hora.

Cuando amarga la vida, 

se esconde y se viste 

con traje de cota de malla 

esperando que el miedo se vaya. 

Caballero de esencias oscuras, 

de armaduras y de armas tomar,

incapaz de quererse y amar, 

incapaz de ver la luz y volar. 

Así sobrevive el hombre 

que recoge ya sin sembrar, 

sus secretos son recuerdos que se van. 

Y engorda el bufón sedentario 

tragándose letras de su abecedario. 

Me da lástima lo que sale de sus labios. 

Burladero de grandes pasiones, 

de canciones que nunca escuchó.

Vive el hombre así y así me muero yo. 

Vive el hombre así y así me muero yo. 

 

Nada más, nada más, 

la vida no necesita más, 

aprendiendo a desandar para avanzar.

Llegará, que más da, llegará, 

un día todo esto va a estallar, 

hay que dar un paso atrás.

La vida no necesita más.

Así sobrevive el hombre 

que se desquicia por ser el mejor, 

la avaricia nunca deja buen sabor.

Viejo lobo asechando a su presa 

yo no pienso ser tu cena.

Soy lunático y vuelo con la luna llena. 

 

Contando las horas minuto a minuto,

le da la razón al reloj. 

No es el tiempo lo que pasa entre tu y yo.

Nada mais, nada mais,

a vida não precisa mais,

aprendendo a descaminhar para avançar.

Chegará, que mais dá, chegará,

um dia tudo isso vai explodir,

você deve dar um passo atrás.

A vida não precisa mais.

 

Assim sobrevive o homem

que ri quando o mundo chora

e às vezes se arrepende na última hora.

Quando a vida é amarga,

ele se esconde e se veste

com terno de “cota de malla”

esperando que o medo desapareça.

Cavaleiro de essências escuras,

de armadura e armas pegar,

incapaz de se amar e amar,

incapaz de ver a luz e voar.

 

Assim sobrevive o homem

que recolhe sem semear,

seus segredos são memórias que desaparecem.

E engorda o bufão sedentário

engolindo letras do seu abecedário.

Tenho pena do que sai dos seus lábios.

Zombador de grandes paixões,

de músicas que ele nunca ouviu.

Vive o homem assim e é assim que eu morro.

Vive o homem assim e é assim que eu morro.

 

Nada mais, nada mais,

a vida não precisa mais,

aprendendo a descaminhar para avançar.

Chegará, que mais dá, chegará,

um dia tudo isso vai explodir,

você deve dar um passo atrás.

A vida não precisa mais.

 

Assim sobrevive o homem

que fica louco por ser o melhor,

a ganância nunca deixa um bom sabor.

Velho lobo que persegue sua presa

não pretendo ser seu jantar.

Sou lunático e vôo com a lua cheia.

 

Contando as horas minuto a minuto,

ele dá a razão ao relógio.

Não é o tempo o que passa entre você e eu.

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